Infelizmente, diversas crianças morrem por ano. Seja na hora do nascimento, devidas as complicações no parto ou no decorrer da vida, estando expostas a diversos tipos de problemas. Por sorte, temos a medicina hoje em dia, capaz de curar diversas doenças e tratamentos extensos, com resultados positivos. No entanto, há pais que ainda recusam o uso da medicina, apostando na fé e em processos religiosos que, muitas vezes, acabam mal para suas crianças. Entre 1975 e 1995, cerca de 170 crianças morreram só nos Estados Unidos. Isso aconteceu depois que seus pais recusaram procedimentos médicos, por motivos religiosos. Basicamente, 140 das mortes ocorreram em condições facilmente tratáveis pela medicina.

Algumas pessoas se baseiam em passagens da Bíblia e interpretam de forma única. Sendo assim, resolvemos trazer alguns exemplos onde pais tentaram usar apenas da fé para curar seus filhos. A redação da Fatos Desconhecidos buscou e listou tentativas absurdas que acabaram mal. Se você souber de algum outro caso que não listamos aqui, comenta pra gente aí embaixo. Aproveite para compartilhar com seus amigos e, sem mais delongas, vamos lá:

Tentativas absurdas de curarem crianças com a fé

1 – Kent Schaible

Catherine e Herbert Schaible são membros fanáticos da Igreja do Evangelho do Primeiro Século. A sede fica na Filadélfia, Pensilvânia. Segundo os ensinamentos no local, somente Deus pode curar. Em 2009, o filho do casal, Kent, de 2 anos, começou a mostrar sinais de uma doença. Ele tinha febre alta, tosse intensa e dificuldades em respirar. Os sintomas duraram 2 semanas, até que ele finalmente morreu. O garoto sofria de pneumonia bacteriana. Posteriormente, o pai de Kent disse que eles tentaram combater o “diabo” com a religião.

2 – Madeline Neumann

Leilani e Dale Neumann se identificam como cristãos pentecostais. Em 2008, Madeline, a filha do casal de 11 anos, começou a apresentar sintomas de letargia excessiva. A menina estava perdendo a consciência. Ao invés de procurar por ajuda médica, eles escolheram orar pela menina. Eventualmente, Madeline morreu de uma reação diabética aguda. O casal foi condenado por homicídio imprudente, em segundo grau.

3 – Brandon Schaible

Os Schaibles (citados no item 1) contribuíram para a morte de outro filho: Brandon, de apenas 7 meses. O menino não comia mais, e passou a ter crises constantes de diarreia. Apesar de tentarem curar com oração, eles ainda chamaram um pastor ao invés de um médico. Brandon morreu por desidratação e estreptococos e, também, pneumonia bacteriana. Desta vez, os pais foram condenados por assassinato em terceiro grau.

4 – Zachery Swezey

Greg e Jalea Swezey congregam na Igreja dos Primogênitos, em Okanogan, Washington, para pregar a cura pela fé. Em 2009, o filho do casal, de 17 anos, Zach, ficou doente. A família acreditava que era algo causado pelo excesso de sanduíches que o garoto comia. Depois, concluíram que era gripe. Zach tinha febre e cólicas estomacais. Ele morreu três dias depois. A família tinha recebido pastores, para orar pelo garoto antes de sua morte. O menino morreu por causa de um apêndice estourado. O casal foi acusado de assassinato em segundo grau, mas foi absolvido.

5 – David Hickman

Os pais dessa família são seguidores de Cristo e se opõem firmemente à assistência médica. Em 2009, Shannon entrou em trabalho de parto dois meses antes do previsto. Apesar dos perigos evidentes em um parto prematuro, Shannon e seu marido optaram por não irem ao hospital. Eles decidiram ter o bebê em casa. David nasceu pesando apenas 1 quilo, e oito horas depois, já estava morto. O casal foi considerado responsável e acabou sendo condenado por homicídio culposo em segundo grau.

6 – Callahan Douglas Shippy

Steve e Ruth Shippy são seguidores da Igreja de Seguidores de Cristo, uma seita fundamentalista. Em 1998, os Shippys moravam em uma comunidade rural, no Canadá. Seu filho de 14 anos, chamado Callahan, ficou doente. O garoto estava quase imóvel, febril, perdendo peso e com desconfortos incomuns. Por quase um mês, passou mal antes de morrer de complicações de diabetes. A doença poderia ser facilmente controlada com remédios.

7 – Harrison Johnson

Wilie e Kelly Johnson pertencem a um grupo religioso, chamado The Fellowship, que evita os cuidados médicos devido à crença de que médicos praticam bruxaria. Em 1998, o filho do casal foi atacado por um enxame de vespas. Ele foi picado mais de 432 vezes. Os paramédicos não foram chamados. Assim, sete horas depois, o menino foi declarado morto. Os pais foram acusados de abuso infantil criminoso, mas acabaram absolvidos por um júri, porque não prejudicaram intencionalmente Harrison.

E aí, o que você achou dessa lista? Comenta pra gente aí embaixo e compartilhe com seus amigos. Lembrando sempre que o seu feedback é extremamente importante para o nosso crescimento.

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