A diferença das leis dos EUA para o Brasil: pais pegam 130 anos de prisão por deixarem gêmeas como “esqueletos”

Um dos motivos para a explosão da violência no Brasil é a impunidade. Ela começa quando a polícia não consegue descobrir quem cometeu o crime. Também acontece de o criminoso ser identificado, mas acaba não sendo preso. E quando ele é preso e julgado recebe uma pena considerada branda se, por exemplo, comparada com penas impostas pelas leis americanas.

Os benefícios que um condenado no Brasil recebe, levando à remição da pena, acaba gerando o sentimento da impunidade. Alguém que comete um assassinato, por exemplo, e pega a pena máxima de 30 anos estará solto em cinco anos se for réu primário e se comportar bem na prisão.

E o que você acharia de uma pena de 130 anos de prisão a pais que negligenciam gravemente nos cuidados com os filhos? Parece ser exagerado? Pois aconteceu e, evidentemente, não foi no Brasil.

Um casal que mora na cidade de Owasso, no estado americano de Oklahoma, foi preso em dezembro do ano passado acusado de grave negligência com os cuidados das duas filhas gêmeas, de apenas nove meses de idade. Na segunda-feira passada (13), o juiz William Musseman condenou Kevin Fowler, de 25 anos, e Aislyn Miller, de 24, a 130 anos de prisão para cada um deles pelo abuso doentio de suas filhas.

O juiz atendeu o pedido dos promotores, que pediram a pena máxima ao casal. Ele considerou como “hediondo” o tratamento dado pelos pais às crianças, que pesavam apenas 3,5 quilos ao serem encontradas em dezembro, quando o normal seria 8,5 quilos para meninas com nove meses de idade. “Minha estimativa é a de que suas filhas estavam à beira da morte”, disse Musseman ao casal durante a audiência desta semana.

O casal foi preso em dezembro do ano passado, depois que os médicos realizaram um atendimento de urgência nas crianças e a polícia foi acionada. As meninas tinham erupções cutâneas severas e feridas na pele. Uma tinha um pedaço de cabelo amarrado em torno de seu dedo e a outra tinha fezes no ouvido. Os médicos disseram que, enquanto examinavam o as duas, uma larva saiu para fora da vagina de uma delas.

Quando os policiais entraram na casa da família, havia fezes de gato manchadas nas paredes.
As duas crianças mais velhas do casal, com dois e três anos de idade, também foram negligenciadas, mas o tratamento que recebiam não era tão severo em relação às bebês gêmeas.

Os investigadores que testemunharam no julgamento do casal disseram que foi o pior caso de abuso infantil que eles já viram. Compararam as meninas com “esqueletos”. Depois que as meninas foram resgatadas da casa, os vizinhos revelaram não saber que havia crianças vivendo lá dentro.

Após sua prisão, Kevin e Aislyn disseram à polícia que ambos lutavam para manter a família, trabalhando longas horas num centro comercial local. Também alegaram que possuíam um seguro de saúde limitado, que os impediu de procurar ajuda médica para as meninas e negaram os maus tratos.

A avô paterna e os avós maternos também estão sendo acusados no mesmo caso. Enfrentam acusações de negligência infantil e por não terem denunciado os maus tratos às autoridades.

Na visão dos esquerdistas os principais culpados pelo o que aconteceu com as crianças não seriam os pais. Dirão que a culpa é do sistema, da pobreza da família e do trabalho que impedia o casal cuidar bem da família. A esquerda brasileira nunca costuma culpar o indivíduo. Sempre há um motivo como desculpa para explicar um crime. Os culpados de sempre são o Estado, a sociedade ou o sistema.

*Com informações do Tulsa World.

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