A esquerda não tem cultura. Esquerdistas não têm cultura. Eles têm manuais de destruição e tutoriais de como serem criminosos e calhordas, mas se passando por defensores da humanidade e da liberdade.

Essa triste verdade vale desde para os expoentes do mal, tais como Lênin, Trótski e Stálin, até para os isentões das redes sociais e todos os produtores de subcultura que os alimentam: Michel Moore, Paulo Freire, Noam Chomsky, etc.

Todos os clássicos da literatura esquerdista são manuais voltados para o crime: “Manifesto Comunista”, “Que Fazer”, “Manual do Guerrilheiro”, “Pedagogia do Oprimido”…

De modo que um jovem que leva a sério essas obras – ou leva a sério quem as leu e está transmitindo oralmente esses lixos para ele em vídeos e salas de aula – acaba se transformando em uma pessoa sem escrúpulos, que desenvolve uma sociopatia enquanto crê – ou finge crer – que “está lutando por um mundo melhor”.

O destino final de todo jovem esquerdista é a canalhice. É inevitável esse destino porque todo o arsenal teórico e prático que o envolve é baseado no incentivo à delinquência, e isso desde Marx que incentivava “o uso dos meios violentos” até os atuais Orcs com seus coquetéis molotovs.

Marco Frenette

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