O deputado Marcelo Freixo é um dos defensores da performance do MAM (Reprodução Facebook)

Políticos, artistas e intelectuais de esquerda em todo o Brasil estão defendendo a performance do Museu de Arte Moderna de São Paulo, quando uma menina de quatro anos de idade foi incentivada pela mãe a tocar um homem nu. Tratava-se da estreia do 35º Panorama de arte Brasileira, tradicional exposição bienal que aborda a arte no país e propõe reflexão sobre a identidade brasileira. Segundo o MAM, o evento era aberto a visitantes que estivessem no local.

Um vídeo do episódio viralizou nas redes sociais e causou enorme polêmica na opinião pública nacional. Organizações como o Movimento Brasil Livre e políticos de centro-direita se posicionaram contra e o debate tomou conta do País. Diante da cena chocante, nos primeiros dias a patota de esquerda permaneceu calada. Todavia, como a denúncia ganhava ressonância entre a população, que em sua esmagadora maioria é conservadora, os esquerdistas partiram para a defesa do indefensável.

Políticos, artistas e os intelectuais passaram a repetir que nudez não significa pedofilia. Mas na desculpa não falam nada a respeito da presença da criança. De fato, a nudez dentro de determinados contextos não representa um ato de pedofilia. Mas o que dizer de uma criança de apenas quatro anos ser incitada a tocar num homem totalmente nu? Na cabeça da maioria dos brasileiros há uma certeza: arte não é!

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