Obama, Clinton e Bush: os três patetas que deixaram a Coreia do Norte desenvolver bombas atômicas (White House)

O presidente Donald Trump praticamente nada pode fazer em relação às provocações do Gordinho Maluco Kim Jong-un por culpa dos ex-presidentes americanos que o antecederam. Se os paspalhos Bill Clinton, Georg W Bush e Barack Obama tivessem agido militarmente em suas épocas, contra a Coreia do Norte, os EUA, seus aliados e o resto do mundo não estariam passando pelas ameaças de agora.

Foi por causa da política do apaziguamento, levada a cabo pelos três presidentes, que ao longo das últimas décadas a Coreia do Norte se aproveitou e avançou com seu programa nuclear. E agora já é tarde demais para atacar aquele país sem haver enormes riscos de milhões de vítimas nos EUA e países aliados.

Foi na administração do democrata Bill Clinton que se perdeu a primeira oportunidade de pôr fim aos planos nucleares da Coreia do Norte, que na época era governada por Kim Jong-il, pai do atual ditador. O regime ainda estava desenvolvendo sua primeira bomba atômica e um ataque americano levaria a uma guerra convencional, sem o uso de armas nucleares.

Todavia, o pateta se acuou na pressão da China e Rússia, que sempre pediram pelo “diálogo”, e não moveu uma palha no campo militar. Impôs as sanções econômicas que, foi provado com o tempo, não funcionaram.

Quando George W Bush chegou ao poder, em 2001, a Coreia do Norte avançava com o seu programa nuclear. E teve a sorte de os EUA iniciar a Guerra do Afeganistão, em 2001, e depois a do Iraque, em 2003, levando os americanos a concentrarem esforços e atenções naqueles conflitos. Analistas acreditam que, não fosse as duas guerras, Bush teria iniciado uma ação militar contra os norte-coreanos. Ainda que fossem a maior potência militar do planeta, seria difícil manter várias frentes de batalha.

Em 2009, assume o paspalho queridinho dos descolados mundo afora. Foi no Governo Barack Obama que a Coreia do Norte deu passos sólidos em seu programa nuclear. Ele implantou a tal política da “paciência estratégica”, que resultou num fracasso total. Em 2011, com a morte de Kim Jong-il e ascensão de seu herdeiro, Kim Jong-um, acreditou que o jovem ditador poderia mudar os rumos belicistas do país comunista. Ledo engano.

Foi com o Maluco Gordinho no poder que o programa nuclear norte-americano deu um salto e chegou ao estágio atual. Tendo descartado opções militares desde o início, o governo Obama experimentou ao longo de oito anos pacientemente vários caminhos para tentar conter a Coreia do Norte e desacelerar ou interromper seus programas de desenvolvimento de armas e mísseis nucleares. Deu tudo errado e temos a situação sombria de hoje.

No vídeo abaixo, o analista militar brasileiro Marcelo Rios, do canal Hoje no Mundo Militar, também faz um relato histórico e cita o exemplo da Alemanha de Adolf Hitler, como comparação, do que pode vir a acontecer nos dias de hoje com a Coreia do Norte.

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