As declarações feitas na semana passada pelo líder governista Ruy Wanderley (PSC), na Casa Plínio Amorim, de que não vai pautar seu trabalho pelos “puxa-sacos” do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), tiveram (24) ontem a resposta do assessor especial do governo, Orlando Tolentino.

Nos bastidores da Casa correram rumores de que o recado de Ruy teria sido endereçado a Tolentino. Mas ele não apenas negou, como deixou claro o bom relacionamento que tem com o líder governista. “Minha relação com Ruy é de muita fraternidade e respeito. Temos mais convergências do que divergências”, assegurou.

Tolentino, no entanto, sugeriu ao vereador citar, da próxima vez, quem seriam esses “puxa-sacos”, já que diz não ver na prefeitura ninguém com essas qualidades negativas.

Ele deixou claro que o líder governista tem a total confiança, neste momento, do prefeito, e cabe apenas a ele a decisão de trocar seu líder na Câmara Municipal. “A escolha é pessoal do prefeito. No dia que ele não tiver mais essa confiança, o prefeito o substituirá”.

Diálogo

O assessor especial também aproveitou para rebater críticas do líder da bancada de oposição Paulo Valgueiro (PMDB), o qual tem dito que Tolentino e outros integrantes da administração exercem o papel de “cuidadores” de vereadores da base aliada.  Segundo o assessor de Miguel Coelho, Valgueiro está no seu papel de oposicionista. Tolentino justificou que o papel dele na Casa é “esgotar todas as tratativas” na manutenção de um bom diálogo entre Executivo e Legislativo.

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