Foto: Blog do Carlos Britto

A vida da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) não tem sido fácil em Petrolina. O trabalho diário dos profissionais dessa instituição no sentido de elucidar os crimes que barbarizam e chocam a sociedade é incontestável. Mas todo esforço parece pouco quando surgem casos emblemáticos como o da garotinha Beatriz Angélica Mota, brutalmente assassinada a facada aos 7 anos dentro de um tradicional colégio da rede particular da cidade, onde estudava.

O crime, ocorrido no dia 10 de dezembro de 2015, completou quatro anos sem respostas, em meio à pressão dos familiares e amigos de Beatriz.

Mais recentemente, por coincidência também num mês de dezembro, o secretário-executivo da Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA), José Carlos Alves, escapou quase por milagre de um atentado a tiros, quando saía de casa pela manhã para ir ao trabalho. O carro de Zé Carlos ficou com várias marcas de bala, mas felizmente ele se recupera bem. O fato aconteceu no último dia 11 de dezembro

Nesse caso, a PCPE conseguiu agir rápido e chegou ao acusado Wellington Pereira dos Santos, 27 anos, que foi preso em Juazeiro do Norte (PE) nove dias depois. A nova pressão em cima da polícia, agora, diz respeito ao desdobramento desse fato.

Pouco mais de um mês após o atentado contra o servidor da AMMPLA, este Blog vem recebendo de alguns leitores questionamentos referentes acerca do desdobramento do caso. O que motivou esse elemento a tentar matar Zé Carlos? Quem foi o mandante (se é que houve)? As respostas, inevitavelmente, continuarão a ser cobradas até o desfecho desse crime, e as autoridades da PCPE sabem disso. Só resta acreditar que essas repostas não mais tardarão.

Fonte: Blog do Carlos Britto

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