Glauber Braga desconfia da presença de americanos no exercício (Antonio Augusto/Câmara dos Deputados)

A esquerda brasileira, a exemplo dos demais tontos da América Latina, continua com a psicose histórica contra os EUA. A teoria da conspiração do momento parte do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), notório defensor do regime ditatorial da Venezuela. O amigão de Nicolás Maduro quer porque quer participar de um exercício de treinamento militar a ser realizado pelo Exército brasileiro, no início de novembro, nas fronteiras do Brasil com o Peru e a Colômbia. O motivo: militares americanos participarão do evento.

O Amazonlog será um exercício de logística multinacional interagências inédito na América do Sul, conduzido pelo Comando Logístico do Exército Brasileiro (COLOG) e inspirado no Exercício Logístico “Capable Logistician – 2015”, realizado por países da Organização do Atlântico Norte – OTAN, em 2015, na Hungria. Na inóspita e desafiadora Floresta Amazônica será montada uma Base Logística Internacional composta por Unidades Logísticas Multinacionais Integradas que serão adestradas no apoio à civis e efetivos militares empregados em regiões remotas e desassistidas, como, tipicamente, ocorre em Operações de Paz e de Ajuda Humanitária.

O fim do mundo para os esquerdistas e defensores do sanguinolento Maduro é que entre os participantes do exercício estarão militares americanos que, segundo o Ministério da Defesa, atuarão como observadores. Mas os paranoicos vermelhos estão enxergando o treinamento como um preparativo para os EUA invadirem a Venezuela, haja vista que o presidente Donald Trump afirmou outro dia não descartar a opção militar contra o regime bolivariano.

Com essa paranoia em mente e o deputado psolista protocolou um pedido no Ministério da Defesa, na segunda-feira (9), para participar do exercício. O documento destinava-se ao ministro Raul Jungmann e ao comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas. “A observação do exercício in loco poderá contribuir para o acompanhamento da operação com o máximo de transparência”, diz Braga no ofício. Para o governo ser obrigado a responder as questões, a Câmara precisa aprovar o requerimento.

Glauber Braga tem outras desconfianças, além daquelas apresentadas tanto no pedido para participar do treinamento quanto para o requerimento de informações. “As riquezas da Amazônia e a maior reserva de petróleo do mundo estão muito próximas de onde será feito o treinamento”, afirma, acreditando que o Tio Sam estaria interessado em tomar essas riquezas do Brasil e as da Venezuela, haja vista que a maior reserva petrolífera do planeta fica na Venezuela, nação distante 600 quilômetros do centro da operação marcada para acontecer entre os dias 6 e 13 de novembro, no município de Tabatinga.

Enquanto Braga e sua patota se ocupam em vigiar fantasmas, o regime tirânico que eles apoiam continua a oprimir a população venezuelana.

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