É inteligente, dinâmico, corajoso, com experiência no serviço público (é servidor de carreira concursado da Polícia Federal), formado em Direito com experiência internacional em Coimbra (uma das mais antigas e respeitadas Universidades do Mundo), fluente em inglês e espanhol, com formação liberal clássica na linha da economia austríaca (Instituto Ludwig Von Misses) e perfeitamente sintonizado com a base da política e da economia dos EUA.

Além do mais, estará perto de Olavo de Carvalho que pode ajudar muito na formação de estratégias para nossas relações internacionais.

Foi eleito, pelo voto popular, o melhor Deputado Federal do Brasil em 2017.

Em 2018 foi reeleito para a Câmara Federal com a maior votação da história do Brasil, com mais de 1,8 milhões de votos.

É o Presidente da importantíssima Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. É, por óbvio, homem de confiança do Presidente. E por conseguinte, está perfeitamente alinhado política e ideologicamente com o Governo.

No mais, é competência, dever e atribuição exclusiva do Chefe de Estado brasileiro (“ad referendum” do Senado da República) a nomeação dos embaixadores para representação política e comercial dos interesses do Brasil junto a Estados estrangeiros.

E, para que fique bem claro, não há qualquer impedimento para a indicação de Eduardo Bolsonaro para ser embaixador do Brasil em Washington-DC, posto que sua eventual nomeação não se enquadra dentro do conceito de “nepotismo” definido pelo Supremo Tribunal Federal.

Assim sendo, não existe qualquer vedação de qualquer ordem. O único cuidado é ter sintonia com a vontade do ministro das relações exteriores e chanceler do Brasil. E, também, analisar se precisa ou não renunciar à Câmara.

Ah, mas ele não é de diplomata de carreira! E daí? Para esse cargo específico, não precisa ser e nem existe exigência legal para que seja.

O importante é que o indicado tenha preparo e consiga efetuar uma excepcional interlocução junto ao governo e às instituições americanas.

E por acaso alguém enxerga alguma liderança com tantos atributos e com melhor fluxo de influências e relacionamentos com o governo americano, no último século, do que o construído pela família Bolsonaro?

Ou alguém se lembra do nome e dos “relevantes” trabalhos em prol do Brasil efetuado pelos últimos 4 embaixadores que representaram nosso país nos EUA? Não, né? Foram insignificantes!

Bolsonaro, em seis meses, já fez mais pela nossa política externa do que foi feito nos últimos 50 anos.

E seguirá fazendo com essa excelente nomeação.

Então, tudo o mais é berreiro. E o berreiro continua livre! Quem segue preso é o Lula!

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