Até o PT abandonou a enfadonha ladainha do impulsionamento de mensagens através do WhatsApp, mas o jornal Folha de S.Paulo insiste em retomar o assunto, com uma nova matéria publicada nesta terça-feira (13), onde faz novos questionamentos, todos eles sem qualquer consistência.

Enquanto a esquerda discute novos caminhos que deve tomar em função do reconhecido “fenômeno Bolsonaro”, a Folha retorna com a mesma cantilena, insistindo na tese esdrúxula, sem sentido e mentirosa de que os tais disparos de mensagens no aplicativo teriam influenciado no resultado do pleito.

O próprio WhatsApp firmou posicionamento, respondendo oficialmente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atestando que não houve a contratação pela campanha do então candidato Jair Bolsonaro de nenhum tipo de impulsionamento de conteúdo.

A Folha agora faz novos questionamentos que, segundo ela, não foram respondidos pelo WhatsApp, Facebook e Twitter.

Lembrem-se que a denúncia inicial era apenas contra o disparo de mensagens pelo aplicativo WhatsApp.

De qualquer forma, veja abaixo as perguntas que segundo a Folha não obtiveram respostas:

Para o WhatsApp:

Quantas contas relacionadas às quatro agências citadas na reportagem da Folha foram banidas?

Quantas mensagens foram enviadas dos números ligados às agências?

Quais os números detectados pelo WhatsApp pelo envio anormal de mensagens?

Qual foi o aumento de mensagens enviadas via WhatsApp nos últimos 12 meses e qual a sua queda nos últimos 30 dias?

Para o Facebook:

Por que a empresa não informou ao TSE o impulsionamento de conteúdo pro-Bolsonaro feito por Luciano Hang, que já foi multado por isso?

Quais os valores gastos em impulsionamento no Facebook que levava o usuário a conteúdos referentes a Jair Bolsonaro?

Qual a quantidade de visualizações, cliques, curtidas e comentários que foram recebidos por meio de impulsionamento pago no Facebook e Instagram relacionado a Jair Bolsonaro e Fernando Haddad?

Para o Twitter:

Quais os valores gastos em impulsionamento no Twitter de conteúdos referentes a Jair Bolsonaro (não necessariamente pagos pelo partido ou campanha do candidato)?

Quantas contas fake foram banidas? Dessas contas, quantas tinham atividade política, favorecendo quais candidatos?

Quantos tuítes ou retuítes foram gerados de cada uma dessas contas?

No twitter o próprio Luciano Hang, dono da Havan, que a processa a Folha pelo Fake News envolvendo o seu nome, se manifestou e desafiou:

Patrícia (repórter da Folha, autora da matéria), não podem informar o que não existe. Quero ver vocês comprovarem meu impulsionamento no valor de 12 milhões no WhatsApp. Abraço do Luciano da Havan.

Coitada da Folha. Mergulhando e se chafurdando no próprio lamaçal que criou.

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