Se a expectativa nacional das vendas no varejo de produtos voltados ao período pascal gira em torno de 1,5% com relação a 2018 (de acordo com projeções da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo/CNC), em Petrolina a perspectiva é de, no mínimo, o dobro.

Empresários dos segmentos de alimentação, decoração e acessórios, sobretudo, costumam investir muito nesta época. O retorno, pelo visto, é garantido. “Nossas compras de artigos para a Páscoa se iniciam logo após o período natalino. Assim que o Carnaval finaliza, estes produtos já entram em exposição. São tiaras de orelhas de coelhinho, formas para ovos de chocolate, painéis para decoração, adesivos de pegadas de coelhinhos, caixinhas para doces, cestas artesanais de vime, além de peças decorativas em geral”, explica uma empresário.

O setor de supermercados também deve apresentar índices positivos de vendas. Puxadas pelos tradicionais ovos de Páscoa, as vendas devem ficar aquecidas principalmente com a proximidade da Semana Santa.

Para o presidente do Sindilojas Petrolina, Joaquim de Castro, o otimismo para as vendas deste período reflete uma recuperação da economia, que já vinha se desenhando, sobretudo, desde o segundo semestre de 2018. “É importante ressaltar que, mesmo nos períodos onde houve uma maior oscilação da economia do país, o Vale do São Francisco – e em específico Petrolina – sempre apresentou índices mais diferenciados. E agora, não poderia ser diferente. E é bom avaliar ainda que o período de Páscoa movimenta o turismo em nossa região e tudo isso acaba refletindo no comércio, de maneira geral”.

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