Quase todo mundo gosta de tomar algo alcoólico em algumas situações. Uma reunião com os amigos depois do trabalho, na balada, assistindo o futebol de quarta-feira, no aniversário do amigo e em diversas outras situações. As bebidas variam muito. Existem aqueles que optam pela boa e velha cerveja gelada. Por outro lado, há quem encare uma garrafa de vinho e ainda aqueles que fazem misturas que podem fazer mal sem que saibam. Misturar bebidas como whisky, gin ou vodka com energético é algo muito comum. Facilmente, podemos ver pessoas fazendo essa mistura e mais comumente em baladas ou festas muito agitadas, isso porque costumam ser vendidos em “combos” nas festas.

O que muitos não sabem é que esse tipo de mistura não é somente agradável ao paladar. Quase tudo no mundo tem o seu lado oposto e não é diferente com a combinação de álcool e energético. Essa mistura não é nada saudável ao nosso corpo e pode provocar danos sérios, até mesmo infarto. O álcool por si só já acarreta em prejuízos ao corpo quando consumimos em altas quantidades. Além de oferecer riscos de coma alcoólico, pode resultar em acidentes ou morte por intoxicação. Isso, sem contar os danos que causa ao fígado, pâncreas, ossos e favorecem cânceres e AVC. Agora, veja quais os riscos do álcool misturado com energético.

Riscos da mistura de álcool e energético

O energético puro é um tanto inofensivo, dependendo da quantidade que tomamos, é claro. De acordo com o cardiologista Jamil Cade, da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, por ser um estimulante, essa bebida, quando ingerida em excesso, pode aumentar a frequência cardíaca. Além disso, aumenta a pressão arterial a uma incidência maior de arritmias. Quando misturamos com os famosos whiskys, vodkas ou gin, tornamos a situação ainda pior. A combinação de álcool e energético é considerada muito prejudicial ao nosso corpo.

Isso porque o álcool atua como um depressor no corpo. Enquanto isso, o energético, ao contrário, age como um estimulante. Quando tomamos juntos, seja no mesmo copo ou separados, intercalando-os, a sensação de euforia provocada pelo energético disfarça a “moleza” que o álcool provoca. Isso permite que as pessoas consumam cada vez mais bebidas sem se dar conta do próprio limite. No entanto, esse não é o único risco. Essa ingestão exagerada pode ainda resultar em problemas cardíacos, como arritmia, isquemia miocárdia, infarto e dissecção espontânea de artérias.

Cada pessoa possui uma intolerância individual ao consumo dessas bebidas. De acordo com Cade, não é possível estimar se beber três copos é melhor ou pior do que beber dois copos da bebida. Além disso, as pessoas com condições cardíacas pré-existentes podem ser ainda mais vulneráveis. Dessa forma, o melhor é obter a recomendação individualizada do seu médico. Além disso, evitar a combinação perigosa, dando preferência a outros drinks.

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