Até 2050, a estimativa é que a população global aumente e cheguemos a um número de 10 bilhões de pessoas. Dito isso, muitos pesquisadores se perguntam se estamos preparados para alimentar esse número populacional nunca visto. De fato, para isso, será necessário produzir uma quantidade recorde de alimentos. Assim, já temos algumas possíveis soluções para o problema, mas não será nada fácil reformular toda a cadeia de suprimento de alimentos.

Em apenas 30 temporadas de plantio e colheita, já teremos o marco de 10 bilhões de pessoas no mundo. Com isso, fica bastante claro que precisamos agir rápido e repensar a agricultura como conhecemos hoje. E claro, esse é um assunto que envolve cientistas, engenheiros, formadores de opinião, varejistas e agricultores. Mas que também, atinge a todos nós.

Será que “robôs fazendeiros” são o futuro da agricultura?

Pensando em possíveis soluções, não estamos falando de robôs que irão roubar o trabalho de agricultores, mas sim que farão o trabalho pesado ou facilitarão muitas tarefas. Por exemplo, citemos os robôs criados pela Small Robot Company. São eles: Tom, Dick e Harry, sendo que, cada um possui uma função diferente.

Nesse caso, Tom fica responsável por tirar fotos com georreferenciamento de plantas no campo. Em seguida, as imagens são enviadas para análise. Com o resultado da análise, Dick pulveriza com bastante precisão, plantações específicas. Isso elimina a necessidade de utilizar produtos em todo o campo. Por fim, Harry é o robô de plantio e que trabalha com uma furadeira robótica. Juntos, eles realizam as mesmas monótonas que um agricultor poderia fazer, mas com maior precisão e menos desperdício.

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