Quando falamos sobre personalidade, nos referimos ao conjunto de características psicológicas capazes de definir o comportamento de uma pessoa. É isso que define os ideias e ações que cada indivíduo é capaz de tomar, propriamente dito. Realmente, se refere a identidade daquela pessoa.

Um novo estudo mostrou que um desses fatores que pode moldar a personalidade das pessoas, pelo menos dos estadunidenses, é onde se vive. Morar em altitudes mais elevadas nos Estados Unidos podem molda  a psicologia das pessoas de formas estranhas. O estudo mostra uma relação entre viver em regiões montanhosas e alguns traços de personalidade.

Segundo os pesquisadores, os tipos de traços de personalidade que as pessoas que moram em montanhas demonstram são bem específicos. Eles são enraizados  na história pioneira do Velho Oeste. E mostram traços psicológicos residuais da mentalidade e sensibilidade da fronteira do país.

“O ambiente hostil e remoto das regiões fronteiriças montanhosas atraiu historicamente colonos não-conformistas fortemente motivados por uma sensação de liberdade. Essas características podem ter se destilado com o tempo em um individualismo caracterizado pela dureza e autoconfiança. Que está no cerne do ethos da fronteira estadunidense”, disse o psicólogo Friedrich Götz, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

Estudo

Para fazer essa potencial ligação entre a topografia e a personalidade humana nos EUA, os pesquisadores analisaram dados do Gosling-Potter Internet Personality Project. Ela é uma pesquisa online, em grande escala, de dados de personalidade que começou em 1999. E foi elaborada por membros da equipe de Götz.

Esse teste tem o objetivo de medir o que é conhecido como os “cinco grande traços de personalidade”. Que são a abertura à experiência, consciência, extroversão, afabilidade e neuroticismo.

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