Em contato com este Blog, a ex-diretora do Colégio Dom Bosco, Teresinha Teixeira, manifestou-se acerca da polêmica do memorial e refutou as críticas de que influencia funcionários da instituição, da qual se afastou desde dezembro de 2015.

Confiram:

Deixo bem claro para os meus amigos no Facebook e pessoais que, desde o dia 30 de dezembro de 2015, quando entreguei oficialmente a direção do Colégio Dom Bosco, depois de 40 anos de intenso trabalho, nunca mais pus os pés na instituição e, tampouco, uso da minha experiência para impor meu ponto de vista sobre os rumos da atual administração. Todos os funcionários são testemunhas do que estou relatando.

Destaco, também, que os ex-alunos, amigos, professores e funcionários, pais e amigos, que tiveram a coragem de comentar acerca do que se passa sobre o Memorial Dom Bosco, não foram influenciados por mim porque todos têm liberdade e capacidade necessárias para fazer qualquer tipo de questionamento, seja onde for. Edvaldo Franciolli apresentou fatos concretos, o que deixa claro que não houve distorção, mas uma realidade que merece a devida atenção da sociedade petrolinense.

Peço encarecidamente que, diante das exposições sobre qualquer assunto, seja ligado à Diocese ou ao Colégio Dom Bosco, o meu nome não seja citado, visto que, na minha vida pública e agora, na minha aposentadoria, nunca andei ou ando denegrindo a imagem de ninguém. Colaborei durante toda a minha vida com a educação e a evangelização, apoiando padres, bispos e congregações religiosas, convivendo, respeitosamente, com autoridades constituídas e com o povo.

Não permitirei que minha história seja maculada por comentários vazios. O reconhecimento do meu trabalho, pela sociedade petrolinense e pelo Vale do São Francisco, é a melhor resposta para quem tenta construir muros ao invés de pontes. Agradeço a atenção!

Teresinha Teixeira/Ex-diretora do Colégio Dom Bosco

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