Desde que deixou o PSB, o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho (sem partido), adotou o silêncio e optou por uma desfiliação discreta da legenda, no último dia 26 de outubro.

Ele avalia que o ambiente entre as siglas e dissidentes se deteriorou e que, pelo menos, mais cinco deputados do grupo pró-Temer devem deixar o partido até o fim do prazo de descompatibilização. Sobre o seu destino partidário, aguarda a solução da briga judicial do PMDB. Já na oposição ao Governo Paulo Câmara, ele avalia que há “uma frustração” em áreas como a segurança pública.

O ministro ressalta sobre a expectativa da privatização da Eletrobras – e da Chesf – que espera resolver até 7 de abril de 2018, prazo para desincompatibilização do seu mandato. (Folha de Pernambuco).






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