Durante um voo nos Estados Unidos, um dos passageiros, um homem cego e surdo, estava tendo problemas para se comunicar, e nenhum dos comissários de bordo eram capacitados para ajudá-lo. Felizmente, naquele voo, tinha alguém capaz de ajudar o homem. Clara, uma adolescente de 15 anos.

A menina e sua mãe estavam voltando para a Califórnia, enquanto Tim, estava a caminho de Oregon. Por coincidência do destino, ou não, eles se encontraram nesse voo. Quando o vou de Clara e sua mãe para Los Angeles foi cancelado, as duas tiveram que pegar outro, e foi quando se encontraram com o Tim. “Acho que o destino queria o nosso voo cancelado para que eu pudesse me encontrar com o Tim”, disse a garota.

Confira a seguir essa história emocionante que nos ensina muito sobre empatia e solidariedade.

Clara e Tim

Clara Daley, de 15 anos, e sua mãe, Jane Daley, estavam voltando para a sua casa em Los Angeles. As duas estavam em Boston para ajudar a avó da menina com uma mudança. Elas tinham passagens para um voo direto que acabou sendo cancelado horas antes do embarque. A companhia aérea as mudou para um outro voo com conexão em Portland.

Tim Cook, um homem que mora em Portland em uma casa de repouso para pessoas cegas e surda, estava neste voo. O homem não enxerga ou escuta. Ele estava em Boston visitando a sua irmã. “Eu vi no aeroporto quando uma mulher, sua irmã, colocou as mãos na sua e elas se comunicaram por toque com a ajuda de sinais”, contou Lynette Scribner, outra passageira do voo.

A poltrona de Tim era no meio do avião, mas um homem chamado Eric, gentilmente lhe cedeu o seu assento no corredor. Embora Eric não sabia falar a língua de sinais, ele fez o que pôde para ajudar o seu vizinho de viagem. Assim como a aeromoça, que não se esquivou quando Tim tentou tocar seu rosto tentando se comunicar com ela. Mas a mulher também não sabia como se comunicar com o homem.

Depois desse episódio, os comissários de bordo perguntaram pelo viva-voz do avião se algum passageiro conhecia a linguagem de sinais. Foi quando Clara apertou o botão e chamou a comissária de bordo. A menina estava aprendendo linguagem de sinais devido ao seu grau de dislexia e distúrbio de leitura.

Os comissários explicaram para a garota que o homem não vê e nem ouve, então a única maneira de se comunicar com ele é por meio de sinais. Clara então se disponibilizou para ajudar o homem.

A viagem

Durante a viagem, Tim precisou da ajuda de Clara várias vezes, e a menina prontamente o ajudou como pôde. Depois disso, Tim até ligou para a menina para agradecer a ajuda e também conversar com ela.

Em entrevistas aos repórteres, Tim contou que se sentia isolado na vida cotidiana e privado da simples alegria de se comunicar. Segundo ele, a conversa com a menina foi muita animada, e ele a fez muitas perguntas e ela o respondeu. Clara ficou ao lado de Tim toda a viagem, caso ele precisasse de alguma coisa.

A situação toda comoveu a todos que estavam ali, desde os comissários até os outros passageiros. “Clara foi um verdadeiro anjo”, disse uma aeromoça. “Estava nítido como Tim estava animado com a oportunidade de se comunicar com alguém.Quando chegou em casa, Tim confessou que aquela tinha sido a melhor viagem de sua vida.

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