O câncer é uma doença terrível que não escolhe suas vítimas. Homens, mulheres, crianças e idosos são acometidos pela doença todos os dias e a todo momento. Alguns casos são de partir o coração, como é o de Charlie Proctor, que tinha apenas 3 anos de idade e infelizmente não resistiu a luta contra o câncer.

O diagnóstico veio em 2016, quando os pais da criança descobriram que ele precisava de um transplante de fígado. Charlie foi identificado com um tipo de câncer raro, hepatoblastoma. A doença atacou primeiro o fígado da criança, mas os tratamentos não demonstraram muitas melhoras.

Momentos difíceis

Os pais do menino, Amber Schofield e Ben Proctor, lançaram uma campanha para arrecadar fundos para realizar a cirurgia de transplante. Eles fizeram de tudo para conseguir salvar a vida da criança, mas não obtiveram sucesso, a doença não regrediu. A situação piorou significativamente no último verão, enquanto a família estava de férias na Grécia.

Alguns dias depois, os pais receberam a triste notícia de que Charlie teria apenas mais alguns dias de vida, duas semanas especificamente. A notícia partiu o coração de toda a família e causou muita tristeza.

Charlie se desculpa

Charlie passou seus últimos dias internados e foram dias muito complicados. Na última sexta, a mãe de Charlie postou aquela que ela disse que seria a última foto do filho. No texto, a mãe dizia que a criança estava cada dia mais debilitada, que nem mesmo se parecia com seu filho, que antes era elétrico e tinha o corpo robusto.

A mãe contou sobre os momentos tristes que antecederam sua partida. Charlie estava inquieto e ficava sempre mudando de lugar. Se deitava, sentava, deitava de novo e pedia para ir para o puff. Outra hora para o sofá e de volta para a cama. Foi em um desses momentos que Charlie disse para a mãe “sinto muito por isso”. Foi então que ela percebeu que o filho estava se sentindo culpado por mudar tanto de lugar.

O coração de Amber se partiu no momento, ela sabia que o filho não tinha que estar sentindo nada daquilo. Aquelas eram emoções muito pesadas para uma criança de apenas 5 anos.  A mãe também disse sobre a tristeza que ela e o marido sentiram por acompanhar o filho indo embora aos poucos, que nenhum pai ou mãe deveria ter que lidar com uma situação assim.

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