Foto: MDR/divulgação

A privatização da transposição do São Francisco entrou no radar do primeiro exemplar da série Pró-Infra, uma iniciativa do governo federal que vai reunir várias ações nas áreas de logística, energia, saneamento básico, mobilidade urbana, entre outros. O projeto – que é uma espécie de nova roupagem para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – foi lançado pela equipe econômica do governo federal, em São Paulo, nesta quinta-feira (31), às 15h.

A intenção é aumentar o investimento privado em infraestrutura, o que contribui para o crescimento sustentável de qualquer país.

A opção por renomear o programa reforça a escalada do governo Bolsonaro em implodir e substituir as principais marcas das gestões dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, ambos do PT. Alterações como essa já foram sinalizadas pelo Planalto em relação ao programa habitacional ‘Minha Casa Minha Vida’, ao ‘Mais Médicos’ e até à Lei Rouanet, sancionada durante a gestão de Fernando Collor de Mello, mas associada pelo presidente Jair Bolsonaro às administrações petistas.

No caso do PAC, o Ministério da Economia não pretende aceitar novos projetos a serem construídos com o dinheiro do programa. O PAC era uma das principais bandeiras petistas desde o lançamento, em 2007, e chegou a ganhar uma segunda versão em 2011. Voltando à transposição, caso a privatização não seja bem sucedida a água paga pelos consumidores de quatro Estados do Nordeste (Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará) poderá ficar mais cara. (Fonte: NE10)








Fonte: Blog do Carlos Britto

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