Sem mina terrestre, sem canhões, sem barulho, a nova guerra é emocional, é psicológica.

Para tal intento, primeiramente, enfraqueceram o corpo com o VÍRUS DO MEDO DA MORTE.

Depois de enfraquecidos psiquicamente, um homem é capaz de qualquer coisa pela CURA DO MEDO DA MORTE.

É chegada a hora da aplicação da VACINA DA VIDA.

A vacina da SALVAÇÃO DA HUMANIDADE!

Quem poderia iniciar um levante contra tal apelo?

Contra a SAÚDE?

Contra a CIÊNCIA?

Contra a HUMANIDADE?

Contra a VIDA?

Ideias inconscientes inoculadas sobre a mente inconsistente.

Isso mesmo, caso rejeite a sugestão de cura proposta pelos tiranos do tráfico do dinheiro e do poder será considerado culpado pelas possíveis mortes futuras.

Quem poderia se opor a causas tão nobres tais como saúde, ciência, humanidade, vida?

Apenas os loucos!

Aos insanos contrários à SALVAÇÃO POR ATACADO serão imputados a pena em regime trancafiado em um Gullag gélido pelo medo, num deserto do pensamento seco ou uma ilha de solidão e angústia.

Cada um terá o seu campo de concentração particular construído pela dúvida, insegurança e culpa.

Quem não tolerar a depressão e a ansiedade agonizante tem a opção pelo suicídio.

Uma prisão sem arame farpado, sem processo, sem julgamento da pólis.

Tudo arquitetado conscientemente para você, contra você.

Arquitetura digna de mente diabolicamente genial.

Freud não se assustaria em saber que os perversos compreendem a Psicologia das Massas e do Eu melhor que seus melhores discípulos.

Aprovados com pavor!

Domínio do sentimento sem nome.

Essa é a ideia por traz do discurso de salvação, deixar todos confusos.

Os arquitetos da perversidade sabem que uma mente frágil não duvida, não pensa, não raciocina.

Os tristes são conduzidos como animais domesticados.

A inoculação da culpa faz o homem se tornar refém de si mesmo!

Querem que você ofereça o seu corpo para salvar a HUMANIDADE.

Enquanto você se distrai salvando o mundo, lhe domina, lhe mata sem derramar uma gota de sangue.

ELES MATAM, VOCÊ SERÁ O ASSASSINO!

É cinematográfica a capacidade de planejamento de domínio psicossocial da máfia geopolítica.

Enredo épico digno de uma obra de Homero, Camões e Virgílio em versão desumana.

Ah, quem dera a História fosse Literatura!

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