No próximo domingo termina o horário de verão. Com isso, os relógios nos 11 estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ser atrasados em uma hora na madrugada do sábado para o domingo. Em caso de dúvidas sobre o horário dos voos, a Infraero recomendou aos usuários que procurem informações junto às companhias aéreas. A campanha de 2018 teve início a zero hora do dia 4 de novembro e será concluída agora. O fuso permaneceu inalterado para os estados do Norte e Nordeste.

Por mais um ano, o Ministério de Minas e Energia (MME) informou que não divulgará dados sobre a economia de energia no período. Apesar de ser criado para reduzir a concentração de consumo de energia no horário entre 18h e 21h, o Ministério realizou estudo juntamente com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para comprovar que a medida não tem trazido economia como antes, “muito em função da mudança evolutiva dos hábitos de consumo e também da atual configuração sistêmica do setor elétrico brasileiro”.

Ainda segundo o Ministério, o relatório foi encaminhado à Casa Civil da Presidência da República, que definirá sobre a continuidade da medida. Até o fechamento da edição, a Casa Civil não deu retorno sobre o trâmite do relatório.

O último dado divulgado pelo MME apontou que em 2016 houve economia de 2.185 Mega-watts (MW) com o horário de verão, o que representou uma economia de R$ 147,5 milhões. Depois de 2016, a pasta não divulgou mais o relatório.

Consumo
A demanda por energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional (SIN) deve ter crescimento de 7,1% neste mês de fevereiro em comparação ao mesmo mês de 2018, de acordo com a previsão do ONS. A expansão será de 5,3 pontos percentuais em relação ao crescimento de 1,7% relativo a fevereiro do ano passado.

Dentro das previsões do ONS, o Nordeste é a região que vai ter maior crescimento neste mês, de 8,5%, em comparação a fevereiro passado. Isso porque o subsistema do Nordeste em fevereiro de 2018 apresentou números melhores no período devido à ocorrência de chuvas no litoral e a redução temporária do consumo industrial conectado na Rede Básica. A segunda região que vai ter maior crescimento será a Sudeste, com 8,2%, seguida da região Sul com 5,2%. (FolhaPE)

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