A Ilha do Fogo, localizada entre Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), voltou a ser o centro das discussões nos dois municípios. A intensão, novamente, é discutir melhorias para o espaço, que está sob a responsabilidade da Prefeitura de Petrolina, mas que tem a colaboração da Prefeitura de Juazeiro.

A Ilha do Fogo foi o alvo de uma polêmica no ano de 2012, quando o espaço foi ocupado pelo Exército Brasileiro, por meio do 72º Batalhão de Infantaria Motorizada (BIMtz). As formas e estratégias de luta foram várias, desde o simples protesto individual a interdição temporária da Ponte Presidente Dutra.

Embora tenha conseguido avanços extraordinários, como o acesso livre, ainda não teve a sua conquista maior, que é a transformação da Ilha do Fogo num espaço com infraestrutura e as condições mínimas de preservação e conservação dos aspectos ambientais e socioantropológico”, diz comunicado do Coletivo Amigos da Ilha.

De acordo com o Coletivo, a ocupação do espaço pela população é uma maneira de pressionar o poder público a cuidar da ilha como qualquer equipamento público, com respeito e possibilitando as condições de uso pela população. Hoje (30) e amanhã (1º/10), acontecerão várias atividades no local. A programação começa às 8h e prossegue até o início da tarde, incluindo desde aulas de ioga a oficinas de sinalização, mutirão de limpeza e plantio de mudas.

Respostas

Em nota, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade de Petrolina informou que realiza a limpeza da Ilha do Fogo periodicamente. Diz ainda que, todos os dias, em horário comercial, um Agente de Segurança Patrimonial trabalha na Ilha em contato direto com a Ronda Ostensiva Municipal (ROMU) da Guarda Civil Municipal, que atende prontamente qualquer ocorrência. “Lembramos ainda que a Polícia Militar também pode ser acionada em caso de necessidade“, ressalta.

Já a Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes garantiu que vem planejando formas de melhorias para o local. “Com este objetivo, a prefeitura vem discutindo com a prefeitura vizinha de Juazeiro as melhores alternativas para garantir que o local esteja adequado aos usuários“, frisa.



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