Jonas Suassuna usou seu grupo para escoar milhões para as contas bancárias de Lulinha e dos irmãos Bittar

O site  Antagonista revelou no ano passado que Jonas Suassuna abriu na Espanha uma filial da Gol Mobile, empresa usada no Brasil em parcerias comerciais suspeitas com as operadoras Oi e Vivo.

No registro da empresa, disponível na internet, aparecem vinculados à Gol Mobile Europa SL os empresários Francesco Farrugia e Tommaso Prennushi, dirigentes da Campus Party.

Farrugia é presidente do chamado Instituto Campus Party, enquanto Prennushi é diretor de empreendedorismo. Seriam sócios do laranja de Lula?

Como O Antagonista já revelou, Suassuna usou seu grupo para escoar milhões para as contas bancárias de Lulinha e dos irmãos Bittar.

Um dos “produtos” usados para justificar os repasses foi a chamada “nuvem de livros”, aplicativo que disponibilizava a clientes da Oi e da Vivo acesso a uma biblioteca virtual. Muito usuários reclamam que eram debitados pelo serviço sem autorização.

O site Antagonista mostrou ontem que a Editora Gol, de Suassuna, recebeu R$ 40 milhões da Movile, empresa de tecnologia que surgiu em Campinas, no Ciatec, encubadora de startups que teve sob controle das diversas administrações do PT.

Nos primeiros anos, a Movile recebeu investimentos do bilionário Jorge Paulo Lemann e da Rio Bravo, de Luciano Lewandowski, recrutado pelo próprio Lemann na GP Investimentos.

O PT é inovação.

via o antagonista

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