O presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Roberto Tavares, não escondeu sua surpresa com a decisão do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, em anunciar a privatização dos serviços de abastecimento d’água e esgotamento sanitário no município, com quem a Compesa tem contrato de concessão firmado em 2007, cuja vigência iria até 2037.

Em nota, Tavares afirmou que o anúncio da prefeitura vem de encontro às tratativas iniciadas com Miguel Coelho, desde que assumiu o mandato à frente da gestão municipal.

Ficamos surpresos com a proposta de privatização em Petrolina. A Compesa apoiou a operação de combate a ligações irregulares na rede de esgotos, atuou em parceira na limpeza da Orla, iniciou obras importantes de abastecimento d’água, como está realizando no Serrote do Urubu, e obras de esgotamento sanitário como está fazendo nos Bairros do Vale do Grande Rio, Pedro Raimundo e Jardim Amazonas. Além disso, estamos prontos para iniciar o Esgotamento Sanitário do Park Jatobá, num investimento de R$ 4,6 milhões que depende apenas de chegarem os recursos da Codevasf. Por fim, trabalhamos duro nos meses de novembro e dezembro para vencer a burocracia e conseguimos assinar contrato de empréstimo de R$ 38 milhões para investir em Petrolina”, lamentou Tavares.

CB

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