Em todo o mundo, o totalitarismo avança ferozmente contra os direitos elementares dos cidadãos, a pretexto de salvar suas vidas.

De todos os buracos possíveis, ratos- políticos ou não – saem agora à luz do dia, buscando vorazmente seu naco de poder e privilégios.

Se aproveitam sem pudor da sociedade fragilizada e trancafiada.

Os preceitos básicos da democracia, como a liberdade de expressão ou de locomoção de cada indivíduo, estabelecidos há centenas de anos, são colocados de lado.

No Brasil, esse recrudescimento de um sistema ditatorial anacrônico há muito enfiado na lata de lixo da história vem à luz rápido e eficazmente.

Usando a pandemia como pretexto, governadores e prefeitos vão levando o país ao caos pretendido, desafiando abertamente o poder executivo e o presidente.

É literalmente a terra de ninguém, onde cidadãos manipulados pela mídia comprada são levados com ou sem máscara para a venezualização da economia, para o caos social e para a imobilidade.

O veneno da corrupção se mistura à contaminação da praga que assola o mundo e que é usada para o roubo, o superfaturamento, a contratação de empresas fantasma ou o desvio puro e simples da verba do governo federal.

Como no caso do ex ministro Mandetta que agora é exposto em toda a sua extensão – e imundície – não existem escrúpulos nas ações ensandecidas desses personagens.

Nem limites.

A administração criminosa de cloroquina pura em doses 12 vezes maiores do que o estabelecido por médicos – o chamado Atentado de Manaus – que causou a morte de no mínimo 22 pessoas ou o impedimento a qualquer custo do uso da hidroxicloroquina são evidências de que a vida humana não é prioridade nesse jogo sujo.

Pelo contrário.

A prioridade é dar cada vez mais poder a um Estado inchado e corrupto, onde os cidadãos são apenas peças manipuladas num tabuleiro onde quem ganha sempre são as castas que comandam.

Essas castas atuam nas sombras há décadas.

Seus braços no Brasil, como lula ou fernando henrique cardoso, saem da toca de vez em quando, inoculando seu veneno na sociedade brasileira.

O lockdown, ou o isolamento total e horizontal da sociedade é sua arma.

Instaurar uma enorme crise e a paralisação econômica enquanto atacam o presidente que luta pela democracia no país sua estratégia.

Essa é a hora e o momento dos ratos e dos traidores.

A pressão pelo afastamento de Bolsonaro atinge níveis burlescos e surrealistas, com o uso até de exigência de atestado médico como ferramenta.

Essa é sua melhor chance, e a prolongarão com o lockdown até onde puderem ou a sociedade não se levantar.

O que, prevejo, observando o início da movimentação dos caminhoneiros, acontecerá fatalmente, mais cedo ou mais tarde.

Aconteceu em 1964.

Os que estudaram ou viveram a história sabem.

Um Estado superpoderoso, inchado e corrupto, dominado por castas milionárias – a síntese do comunismo – é tudo o que os brasileiros repudiam.

E não querem.

Isso já ficou bem claro em 1964.

O povo trancafiado e engessado, sem possibilidade de trabalhar, empurrado para a inadimplência e a fome, é exatamente o calor que transforma a sociedade numa enorme panela de pressão que explodirá quando atingir seu limite de resistência.

Isso é histórico.

A aposta dos ratos é suicida.

O futuro dirá.

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