Mesmo após ter sido pressionado por movimentos vitimistas, de grupos LGBT, comunistas e Petistas, que tentam penetrar no ultimo bastião da dignidade, que são as escolas infantis,  o prefeito Miguel Coelho sancionou a Lei nº 2.985.

De autoria do vereador Elias Jardim (PHS), a lei, que está em vigor desde o dia 19 de dezembro de 2017, proíbe as atividades pedagógicas que visem a reprodução do conceito de Ideologia de Gênero na grade de ensino das redes municipal e privada da cidade.

A lei estabelece que a utilização, elaboração, publicação, exposição e distribuição de livros que abordem ou se refiram, direta ou indiretamente, sobre ideologia de gênero, diversidade sexual e educação sexual, bem como a distribuição de livros didáticos nas escolas e bibliotecas da cidade, estão terminantemente proibidas.

A responsabilidade direta pelo cumprimento da lei recai, solidariamente, aos dirigentes, diretores e ao secretário municipal a qual a escola ou a biblioteca esteja vinculada.

Apenas leis como essa podem impedir cenas grotescas, como a que aconteceu no museu do MASP, em São Paulo, em que uma criança foi colocada no palco para tocar um homem nu. O que para esses movimentos, é pura arte.

Também ficam proibidas, as famosas cartilhas petistas, ou kit gay, com cenas de sexo explicito e homossexualismo, apenas para confundir e estimular as crianças para tudo que de errado.

Depois de sancionar a lei, o prefeito Miguel Coelho passou a ser atacado na tribuna e nas redes sociais, com discursos de ódio dos vereadores Petistas Cristina Costa e Gilmar Santos, e vários grupos que apoiam a depravação nas escolas infantis.

O projeto

Com a bíblia não mão, falando em “nome de Deus” e argumentando “defesa da família e das crianças de Petrolina”, o vereador evangélico Elias Jardim (PHS) aprovou no dia 7 de dezembro, o projeto de lei nº 132/2017, que proíbe as atividades pedagógicas que visem a reprodução de conceito de Ideologia de Gênero na grade de ensino de escolas públicas municipais e particulares de Petrolina.

Durante a sessão, que contou com a presença de representações do movimento de mulheres e da comunidade LGBT, alguns manifestantes demonstraram indignação e reagiram ao discurso do vereador evangélico, agredindo-o de todas as formas possíveis.

O projeto foi aprovado em segunda discussão por 12 votos a favor e 2 contra.

Várias instituições e entidades, dominadas por movimentos vitimistas, comunistas e defensores do que não presta,  como a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Compir) e o Conselho Municipal de Direitos Humanos (CMDH), repudiaram a aprovação do projeto pela câmara de vereadores de Petrolina.

2 COMENTÁRIOS

  1. Sempre evitei comentar sobre esse tipo de assunto… Mas me resta agora agradecer e parabenizar o Vereador Elías e sobretudo o Prefeito Miguel, por não permitirem discutir assuntos AMORAIS e que levam em conta a “banalização da família em nossas escolas”.
    Com essa atitude, nossa cidade está feliz e de parabéns.

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