A justiça suspendeu a ordem de despejo que seria executada, nesta terça-feira (12),  pela Polícia Federal a pedido da 3ª Superintendência Regional (SR) da Codevasf em Petrolina. A liminar determinava que cerca de 900 famílias, as quais vivem e produzem nas áreas do Assentamento Dom Tomaz e Democracia, fossem retiradas do local. A Codevasf, que deveria, por orientação da Casa Civil, desde março de 2017, procurar um local para relocação das famílias, não o fez, e pediu reintegração de posse da área ocupada no Projeto Pontal no município.

O Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra, que contou com o apoio dos vereadores Cristina Costa e Gilmar Santos, e o Senador Humberto Costa, conseguiu  na justiça suspender a ordem de despejo desta terça-feira (12). A 17ª Vara da Justiça Federal, já determinou à Polícia Federal em Juazeiro, de que não há liminar decretada de reintegração de posse do Projeto Pontal. O Ministério Público Federal também está acompanhando o caso.

CASO

Os trabalhadores ocuparam a Codevasf, na semana passada, tentando sensibilizar o superintendente Aurivalter Cordeiro, e negociar a permanecia das famílias na área de 1.500 hectares no Projeto Pontal, onde plantaram milho, feijão e mandioca para a agricultura familiar.

O Projeto Pontal, localizado em Petrolina, está num perímetro de 33.526 hectares, dos quais 7.718 serão destinados à irrigação (3.588 etapa sul e 4.129 etapa norte), com captação de 7,8 m³/s de água no rio São Francisco e grande potencial para a fruticultura. O restante da área é destinado a atividades de sequeiro e reserva legal.

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