Nuzman teria participado da “farra dos guardanapos” em Paris, segundo Ministério Público

Em coletiva na superintendência da Polícia Federal do Rio, o delegado Frederico Skora disse que novos fatos surgiram da primeira fase da Operação Unfair Play, que motivaram a prisão do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e do diretor-geral do Comitê Organizador Rio 2016, Leonardo Gryner.

 

Essa operação é mais uma etapa da Lava Jato no Rio de Janeiro e foi realizada de forma integrada com o Ministério Público Federal.  Eles são investigados por envolvimento num suposto esquema de compra de votos no Comitê Olímpico Internacional (COI) para a escolha dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

 

Segundo o Ministério Público Federal, Nuzman teria participado da festa conhecida como “farra dos guardanapos”, em Paris.

Nuzman e Gryner devem ser indiciados por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Após os depoimentos, eles devem ser encaminhados para um presídio em Benfica para cumprimento de prisão temporária.

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