O vídeo da jornalista Natuza Nery chamando Bolsonaro de “ex-presidente”, que o próprio Presidente compartilhou na sua página, não é nada.

Veja o vídeo:

Quem se lembra daquela vez na qual ela participou de um café da manhã com o Presidente, em abril, e teve que tirar uma foto ao lado de Bolsonaro bastante “animada”?

Escrevi um artigo no JCO na época, posto aqui abaixo novamente, para quem quiser ler.

Natuza Nery sente um verdadeiro ódio pela figura do atual Presidente de República. E ele sabe disso. Ele tomou aquele café da manhã, lá em abril, com ela e depois tirou aquela foto.

Jair Bolsonaro não é bobo. Ele sabe exatamente o que esses jornalistas pensam sobre ele; e por isso, quando pode, os desmascara.

Todos são assim. Todos os medalhões da Globo News ou da TV aberta. Se pudessem, nem mesmo falariam o nome de Jair Bolsonaro, tamanho o asco que sentem (Mirian Leitão que o diga).

Quem tiver paciência pode fazer um exercício muito simples, para perceber: compare como a grande mídia se refere, nos noticiários, ao criminoso Lula e ao atual Presidente da República, em suas reportagens escritas ou de telejornais.

Todos os veículos de comunicação, sem exceção, dirão “o ex-presidente Lula”, ou até mesmo “o Presidente Lula”, com se ele fosse de fato presidente de alguma coisa; sobre o atual chefe de Governo e de Estado, eles dizem “Jair Bolsonaro”, ou, simplesmente “Bolsonaro”.

Teve uma vez que assisti a uma entrevista do Datena com o PR, e ele a todo o tempo o chamava de “Jair Bolsonaro”, enquanto, em outra ocasião, ao entrevistar Rodrigo Maia, referia-se a ele como “Presidente”. Uma estupidez tremenda, que dá ao cargo de Maia (Presidente da Câmara dos Deputados) uma importância que ele não possui, pois não governa e nem é chefe de Estado.

Essa é uma tática perversa da mídia para tentar diminuir a pessoa do Presidente da República, ao omitir o cargo que ele ocupa, referindo-se a ele sempre pelo nome.

Quem consegue enxergar os detalhes das coisas, nesse particular, percebe o trabalho de desconstrução da figura do Presidente da República, que a mídia se presta a fazer diuturnamente.

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