Estamos vivendo tempos loucos e difíceis. Mais que uma pandemia por coronavírus, vivemos uma pandemia de hipocrisias e maldades, em que a virulência da militância atingiu seu estágio máximo de danos à nossa sociedade.

Sim o Presidente pode estar errado – segundo os médicos que estão trabalhando e com seus salários assegurados – em defender a imediata volta ao trabalho, mas a preocupação dele está correta. O Presidente sabe que os recursos são limitados, e que sem geração de renda, se tornarão cada vez mais escassos até para o combate ao coronavírus, que poderá causar uma inversão na curva de infecção, podendo agravar a situação. Por outro lado, sabe também que o Governo não poderá socorrer indefinidamente as famílias, e uma hora terá que escolher entre alocar verbas para saúde, para evitar que as pessoas morram do vírus, ou socorrer as famílias e evitar que morram de fome. Acham que o Presidente é um monstro por pensar assim?

Na contramão seguem os governadores catastrofistas, que até podem estar fazendo o certo com o isolamento, porém com intenções e preocupações erradas e nefastas, pois com isso visam somente obter saldos políticos. Não há, de verdade, qualquer preocupação com a saúde das pessoas, e isso podemos ver claramente nas ações deles mesmos, e que são contrárias ás suas próprias determinações. Dória quer evitar aglomerações mas aglomera milhares de pessoas nos seus restaurantes “Bom Prato”. Pede que as indústrias voltem a produzir, mas impede a distribuição. Essa “preocupação” seletiva só tem um propósito: Criar narrativas com fins eleitoreiros..

Artistas de esquerda que se dizem “politicamente corretos”, insatisfeitos porque já não se locupletam da Lei Rouanet, engrossam o coro que torce para que o vírus contamine a direita e MATE seus adversários políticos. Chega a ser de uma sordidez repugnante. Os artistas de esquerda chegaram ao seu nível mais baixo, e inumano. A falta de dinheiro para comprar a maconha ou o pó causa uma crise de abstinência feroz, e tira a máscara dessa sub-espécie de gente.

A grande mídia capitaneada pela Rede Globo aproveita-se cruelmente do momento e usa a pandemia como uma arma ideológica contra o Governo, não preocupada com o povo brasileiro, e sim preocupada com o futuro da sua concessão, e em vingança por ter perdido bilhões de reais em propagandas políticas. É asqueroso ver a Globo quase comemorando cada morte como se fosse um gol contra o governo. Quanto a isso temos um remédio sim: Quando chegar perto de renovar a concessão, o povo terá que ir às ruas pedir sua cassação, e pressionar os parlamentares para que não apoiem a renovação. Será o fim do mais letal dos vírus. Só a voz do povo poderá curar o Brasil desse câncer.

Voltando aos governadores, sinceramente eu não sei o que eles farão quando o isolamento começar a surtir seus piores efeitos: Fome, desemprego, síndromes de pânico, suicídios e etc. Todas essas coisas serão resultados do uso político da pandemia e sua potencialização para além do necessário. Alguns governadores como Witzel já falam como ditadores e exercitam o que acreditam ser o “poder supremo”.

Aqui não se trata de defender o Presidente e julgá-lo se está certo ou errado segundo os especialistas de saúde – eles mesmos desencontrados em suas declarações. Aqui trata-se de confirmar que temos inimigos em comum com o Presidente, e piores que o vírus, que são a militância que nos deseja a morte, e a politização estratégica da desgraça. Esses nós devemos combater antes de julgar o Presidente.

Quando temos inimigos que nos desejam mortos,e “generais” (governadores) que usam de estratagemas covardes para um combate contra seus opositores, não temos mais apenas uma pandemia. Temos uma guerra declarada, e com inimigos cruéis que usam dos meios mais sórdidos na tentativa de ganhar território e nos capitular. O vírus, as mortes, as mazelas são suas últimas preocupações.E sim, temos que reagir como numa guerra e vamos fazê-lo. Não pelo Presidente, mas pelo povo brasileiro, pela nação e pela nossa dignidade..

Se você continua assistindo a Globo e prestigiando esses artistas, ou ainda tem a intenção de apoiar esses governadores, lamento amigo, mas é você quem está levando flores aos seus próprios inimigos e que querem que alguém da sua família morra, senão você mesmo, para que possam alimentar suas narrativas políticas. E não há outro termo que possa defini-lo, a não ser o de “BABACA”.

Já não se trata de você gostar ou não do Presidente. Se trata de você amar ou não o seu país, e o Brasil não precisa de BABACAS.

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