O presidente Michel Temer autorizou no Diário Oficial a viagem a África do ex-presidente LULA com dinheiro público

O governo federal vai pagar a viagem de três assessores especiais que vão acompanhar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Etiópia, na semana que vem. A autorização foi publicada nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União. Lula viaja a Adis Abeba, capital do país africano, dois dias depois do julgamento no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) que vai analisar a sentença que condenou o petista a 9 anos e seis meses de prisão no caso do tríplex do Guarujá.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, autorizou o assessor Rogério dos Santos Carlos a viajar já na terça-feira (23). Já os assessores Ricardo Messias de Azevedo e Valmir Moraes da Silva foram liberados para viajar na sexta-feira (26), mesma data em que está prevista a viagem do petista.

Como ex-presidente, Lula tem direito a oito servidores de sua escolha para os serviços de segurança e apoio pessoal (quatro), assessoria (dois) e motorista (dois). O petista também tem direito a dois carros oficiais.

O salário dos assessores varia, segundo o Portal da Transparência do governo federal. Rogério dos Santos Carlos recebe mensalmente R$ 7,4 mil líquidos. Ricardo Messias de Azevedo, por sua vez, ganha R$ 6,1 mil líquidos. Já Valmir Moraes da Silva recebe mensalmente R$ 14,5 mil líquidos. Os três também recebem verbas indenizatórias, mas os valores variam mês a mês.

Lula vai participar de um evento de combate à fome na capital da Etiópia. A viagem acontece dois dias depois do resultado do julgamento no TRF-4. Na quarta-feira (24), os desembargadores da 8.ª Turma do TRF-4 vão analisar o recurso do ex-presidente contra a sentença do juiz Sergio Moro.


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