Tomou conta do noticiário do Rio Grande do Sul o episódio protagonizado pelos alunos de um dos maiores e melhores colégios particulares de Porto Alegre – O Colégio Marista Rosário.

Fundado em 1904 por religiosos católicos maristas, localizado na área central da cidade, não existe gaúcho que não conheça ou que não tenha ouvido falar no Rosário. De suas salas de aula saíram nomes importantes da Justiça, Engenharia, Medicina, Política…de todas as áreas do conhecimento.

No dia 29 de outubro – um dia depois da eleição de dois militares da reserva como presidente e vice-presidente do Brasil – a ralé, a escumalha esquerdista formada por professores e um pequeno grupo de estudantes doutrinados (que contaminou os demais) protagonizou a primeira cena daquilo que se confirmou, hoje, como algo generalizado aqui na cidade.

A esquerda do Rio Grande do Sul, esta escória de recalcados e vagabundos com PhD, esse lixo moral e intelectual de todos os tipos e saldos bancários, resolveu reagir à derrota nas urnas lembrando ao Brasil o Poder, o verdadeiro PODER total, que tem dentro da rede nacional de ensino em todos os níveis, no setor público e também no privado.

Enquanto as crianças e adolescentes vestem roupas pretas e berram que “vai haver resistência” no pátio do Rosário e de outras escolas particulares da cidade, o Sindicato de Professores de “não sei da onde” resolve “denunciar” a professora e agora Deputada Ana Carolina Campagnolo que, graças a Deus, está pedindo aos estudantes que denunciem os Vagabundos Petistas, do PSOL e PC do B pela lavagem mental que tentam aplicar nas crianças, adolescentes e estudantes universitários por toda parte.

Os melhores, os maiores e mais caros colégios particulares de Porto Alegre, INFESTADOS de professores Vagabundos Petistas, do PSOL e PC do B estão fazendo as crianças que serão os futuros juízes, advogados, médicos, engenheiros, professores…as melhores mentes do Rio Grande do Sul na sua fase mais delicada de formação, se vestirem de preto e falarem em “resistência contra o Fascismo”. Alguém sabe me dizer como resolver isso “pacificamente” e “dentro da Lei”??

No fundo, no fundo, o episódio do Colégio Rosário em Porto Alegre tem um lado bom: agora as pessoas estão aprendendo a diferença entre GOVERNO e PODER.

Governar é convencer, pelo Whatsapp, um juiz federal, um médico, advogado, engenheiro ou professor, a votar num General e num Capitão. Ter PODER é fazer os FILHOS deles, no segundo grau do Colégio Rosário, chamar o Capitão e o General eleitos com 57 milhões de votos de “fascistas”.

Como tratar com isso dentro do Rosário? Não sei, não sei o que se deve fazer e como se deve fazer alguma coisa contra isso em escolas e Universidades Privadas. Com relação às “Privadas Entupidas”, as privadas que fedem com fezes e urina parados lá dentro – que são as PÚBLICAS – aí a minha solução é muito mais simples:

Dentro da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, dentro da mais humilde escola pública municipal ou estadual aqui da cidade, minha resposta seria uma só – PORRADA “a torto e a direito” em todo mundo.

Prisão para professores, alunos e qualquer um que estivesse promovendo este tipo de barbaridade em instituições públicas.

O PT tem o PODER, mas não é mais GOVERNO no Brasil.

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