(Foto: Ilustração)

Segundo pesquisa da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), as gestantes devem realizar mais de uma vez o teste do vírus da zika. O estudo sugere que o resultado negativo obtido em um único exame pode não ser suficiente para tranquilizar familiares e médicos.

A pesquisa incluiu 13 mulheres em diferentes estágios da gestação, atendidas no Hospital da Criança e Maternidade de Rio Preto. O estudo será publicado em novembro na revista Emerging Infectious Diseases.

De acordo com o professor, em cinco gestantes o resultado voltou a dar positivo para a presença do vírus mesmo após a carga ter zerado em exames anteriores. Em todos os casos, o causador da doença desapareceu do organismo logo após o parto.

“O que a pesquisa sugere é que um exame pode não ser suficiente, então seria importante repetir mais vezes. Agora a periodicidade dos exames não podemos dar com exatidão porque precisaríamos de um número maior de gestantes na pesquisa”, afirma.

Nogueira aponta que o ideal seria repetir o exame pelo menos mais duas vezes nas gestantes, mesmo nos casos em que o resultado do teste molecular dá negativo. “Costumamos fazer esse tipo de exame com amostras de urina por ser mais fácil de obter e também porque no sangue a carga viral é ainda mais baixa e desaparece mais rapidamente”, diz.

Com informações do G1



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