(Foto: Ilustração)

Uma reunião entre representantes da Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (SEMAURB), do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e do Ministério Público Federal (MPF) na última sexta-feira (13) resultou na decisão de interditar o Abatedouro de Juazeiro, nesta segunda-feira (16), até que irregularidades do local sejam corrigidas.

O espaço é administrado por uma empresa privada (Abatal Abatedouro Almeida Ltda.), que em 2009 ganhou uma concessão pública para gerir o órgão por 25 anos. De acordo com o titular da SEMAURB, Jadson Barros, a empresa recebeu diversas notificações a fim de regularizar as questões ambientais para que pudesse obter o alvará de licenciamento. “Após descumprir as notificações, a empresa foi autuada e mesmo assim continuou ignorando as recomendações necessárias”, comentou ele ao MPF.

Já a engenheira do SAAE, Louise Chiochetta, esclareceu que havia um acordo para a construção de lagoas de estabilização, mas que foi ignorado pela Abatal. “O SAAE construiu, junto com a ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto, duas lagoas para que os dejetos oriundos do abatedouro recebessem o devido tratamento e não ficassem expostos como estavam. Lamentavelmente, a empresa ignorou o acordo e não utilizou as lagoas”, concluiu.








Fonte: Blog do Carlos Britto

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