Com as recentes demissões de funcionários no Hospital Promatre em Juazeiro (BA), a responsabilidade do encerramento dos contratos passou a ser também atribuída à prefeitura municipal, uma vez que existe uma parceria entre os dois órgãos. Diante disso, a Secretaria de Saúde (Sesau) emitiu a seguinte nota:

A Prefeitura de Juazeiro entende ser incoerente a tentativa de responsabilizar o governo municipal por eventuais demissões no quadro de funcionários da Promatre, visto que o hospital não faz parte da Rede Municipal de Saúde e apenas presta serviço contratual ao município (alta e média complexidade e urgência e emergência), que permanecerão mantidos.

Salientamos que o retorno do serviço da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para o seu local de origem foi previamente comunicado à direção da Promatre em reuniões realizadas com a Prefeitura, bem como por ofício, sendo certo que em nenhum momento foi tratado da interrupção de nenhum outro serviço. Estávamos pagando dois contratos de urgência/emergência, um no valor de R$ 260.000 e outro de R$ 304.000, este último referente à transferência temporária da UPA, que encontrava-se subutilizada, com a folha de pagamento alta, provocando sobrecarga à administração pública.

Além disso, com o funcionamento reorganizado da UPA e Hospital de Campanha, poderemos prestar uma melhor oferta e assistência à população juazeirense, que agora poderá contar como “porta de entrada” para a Emergência com dois serviços, sendo eles UPA e Promatre (já que representam dois contratos de emergência), e um Hospital de Campanha para atendimentos exclusivos de Síndromes Gripais/Covid-19. Por tais razões, mostram-se descabidas as alegações da Comissão Representativa do Hospital Promatre de Juazeiro.







Fonte: Blog do Carlos Britto

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