Procuradoria pede 386 anos de prisão para Cunha e diz que Caixa era um “ativo” da organização criminosa.

Caixa Econômica Federal era usada como “uma espécie de ativo” pela organização criminosa liderada pelos ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves antigo PMDB,  esta é a afirmação do Ministério Publico Federal , ambos presos – Cunha desde outubro de 2016, na Operação Lava Jato, Alves desde junho de 2017, na Operação Manus.

A Procuradoria da República pede pena de 386 anos de prisão para Eduardo Cunha e 78 anos para Henrique Alves. Nas alegações finais que entregou à Justiça Federal no âmbito da Operação Sépsis – investigação sobre desvios milionários do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS) da Caixa.

Os procuradores estão convencidos de que a organização se infiltrou no banco, conseguindo a nomeação do executivo Fábio Cleto, seu aliado, para um cargo estratégico, a vice-presidência de Fundos de Governo e Loterias (VIFUG).

A acusação tem lastro, inclusive, na delação premiada do corretor Lúcio Bolonha Funaro.


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