Maior partido político de Pernambuco, o PSB não externou interesse até agora pelas duas vagas do Senado que estarão em jogo no próximo ano. Falou-se inicialmente que o então secretário da Casa Civil, Antônio Figueira, seria candidato a uma delas. Mas a substituição dele pelo deputado Nilton Mota sugere que o plano do partido é outro. Figueira teria sido colocado na Casa Civil para fazer a “ponte” entre Paulo Câmara e a base governista – prefeitos e deputados.

E assim credenciar-se para a disputa, dado que o único senador que o PSB tinha no Estado, Fernando Bezerra Coelho, transferiu-se para o PMDB. As outras opções igualmente cogitadas, os deputados federais Danilo Cabral e Tadeu Alencar, também silenciaram. Estão inteiramente dedicados às suas reeleições.

O interesse pelas duas vagas está partindo do PMDB (que controla a Secretaria de Desenvolvimento Econômico), do PR (que controla a dos Transportes), do PDT (que controla a de Agricultura), do PSD (que controla a das Cidades) e do PCdoB (que controla a de Cultura).

Os aspirantes a essas vagas são, respectivamente, os deputados Jarbas Vasconcelos, André Ferreira (irmão do prefeito Anderson Ferreira), José Queiroz (lançado pelo presidente Carlos Lupi), André de Paula e Luciana Santos. Caso não tenha mudado de ideia, Jarbas concorrerá à primeira cadeira, ficando a segunda para ser negociada com os demais. (Fogo Cruzado-Folhape)






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