Setembro foi mais um mês com chuva abaixo da média. A situação mais crítica é a dos reservatórios do Nordeste, que operam com apenas 10% do volume.

Na barragem de Sobradinho, na Bahia, a quantidade de água liberada já é a menor da história. A situação é crítica também nos reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste, que trabalham com 27,4% da capacidade.
A energia gerada em hidrelétricas no Norte do país custa em torno de R$% 200 o megawatt/hora. Em térmicas que usam o óleo diesel para gerar energia, o preço pode ser seis vezes maior: R$ 1.200

A energia no Uruguai custa hoje em torno de R$ 400 o megawatt/hora. Por isso, pela primeira vez desde o apagão energético de 2001, o governo brasileiro autorizou a importação de energia do Uruguai e da Argentina para não ter que comprar a energia mais cara das termelétricas. Importação defendida por especialistas do setor.

“O governo ao permitir, ao autorizar essa importação amplia o leque de possibilidades para se operar o sistema de uma maneira mais eficiente, mais barata”, disse o especialista em energia Fernando Cumbria.

O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) descarta risco de racionamento.
“Não há nenhum risco de desabastecimento porque nós temos segurança de que a capacidade instalada é capaz de atender à carga. O que há é uma preocupação de que esse atendimento não seja por um preço muito alto”, afirmou Romeu Rufino. (JN).








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