É notório que um dos principais problemas causados pela pandemia de coronavírus é a economia.

Vislumbrando uma cena que ocorreu nesta semana, passei a refletir sobre quem realmente está sofrendo com este fatídico problema.

E cheguei a uma conclusão – temporária, digamos assim.

Pois passei em uma comunidade, aqui em minha cidade, onde ficam invasões ou ‘ocupações’ – como dizem ser o termo correto – onde uma série de pessoas em carros de valores altos, como camionetes e outros, distribuiam cestas básicas aos moradores daquela localidade.

Até aí, tudo bem, um ato louvável de amor ao próximo.

Mas, uma coisa em específico me chamou a atenção. Foi o fato de observar inúmeros homens, de cerca de 19… 20 ou 21 anos recebendo as doações.

Isso me fez refletir, sobre a real necessidade destes jovens em receber as cestas básicas, pois mesmo antes da pandemia já havia presenciado esta mesma cena diversas… diversas… e diversas vezes.

Portanto, percebi aí, que aquela classe, que se auto-intitula ‘pobres’, não foi afetada pela pandemia. Isso sem contar o auxílio emergencial do governo, no qual grande parte recebeu.

Chegando nos dito ‘ricos’, até o momento não vi alguma manifestação ou comentários sobre alguém ‘bem de vida’ perdendo seus bens, ou sua fortuna.

Mas então chegamos na classe média… Baixa e Alta.

Estes sim, foram fortemente afetados.

A grande maioria, são empregados, autônomos (prestadores de serviço) ou pequenos empresários. Destes, milhares foram demitidos, estão sem pode trabalhar ou proibidos de abrirem seus estabelecimentos.

Aí está. De fato, a classe mais afetada com todo o problema econômico causado pela pandemia e junto com ações autoritárias de governadores e prefeitos.

Esta parte da sociedade, clama pela volta ao trabalho, pelo fim da pandemia e principalmente por dias melhores, pois estão passando necessidades, sem a menor dúvida.

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