A pandemia de coronavírus já se tornou uma emergência de saúde pública global, com novos casos da doença a cada dia. Por ser um vírus mortal, as autoridades de todo mundo estão se mobilizando com a situação. As autoridades querem conter o surto e identificar toda a rota do coronavírus. Enquanto uma vacina para a doença ainda não fica pronta, a principal preocupação agora e evitar o contágio da doença. Até então, a principal forma de contágio era por vias respiratórias e contato com pessoas infectadas.

princípio, a Organização Mundial de Saúde (OMS) tinha dito que o risco global era moderado. Mas ela foi bastante criticada e disse que errou na classificação e passou a classificar o problema como de risco elevado. E com o avanço do vírus, essa classificação sofreu uma mudança e a OMS declarou que o coronavírus é uma pandemia.

O primeiro caso brasileiro de coronavírus foi o de um homem de 61 anos, de São Paulo, que voltou ao país de uma viagem à região norte da Itália. Desde esse primeiro caso, vários outros já surgiram no país. Mas até então, nenhuma morte tinha sido confirmada por conta do vírus.

Infelizmente, isso mudou. A primeira morte por coronavírus foi registrada no estado de São Paulo e confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde. O paciente era um homem, de 62 anos, que estava internado em um hospital particular.

Caso

Ele morava em São Paulo e tinha problemas de saúde como diabetes e hipertensão. Além de hiperplasia prostática, que é um aumento benigno no tamanho da próstata, mas que não é uma doença. Não se sabe ainda se o paciente contraiu o coronavírus em uma viagem ou se teria se contaminado no Brasil.

Os casos de coronavírus até a morte do paciente ser anunciada, de acordo com as secretarias de Saúde dos estados, eram contabilizados em 301. Na segunda-feira, esse número era de 234.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, falou sobre a gravidade da situação e também lamentou a morte do homem. “Isso mostra a gravidade dessa pandemia, que não é uma marolinha como muitos querem fazer crer”.

O estado com o maior número de casos da doença é São Paulo. E no Diário Oficial da cidade foi decretado estado de emergência. Isso quer dizer que a Prefeitura pode pedir bens e serviços das pessoas naturais e jurídicas e depois pagar uma indenização justa.

Medidas

Colocando em prática, quer dizer que a Prefeitura pode exigir que os fabricantes de álcool em gel vendam seus produtos para a administração pública, por um preço justo se o produto estiver em falta.

O governo do estado decretou uma suspensão gradual das aulas nas escolas públicas e também nas particulares. Além de proibir eventos com mais de 500 pessoas para tentar evitar aglomerações. Os museus, bibliotecas, teatros e cinemas também serão fechados por 30 dias.

De acordo com o governo paulista, esse surto deve durar entre quatro a cinco meses. Mas essas medidas que foram adotadas não deverão ser aplicadas durante todo esse período.

A orientação dada pelo Ministério da Saúde as pessoas é que elas fiquem em casa e só saiam em casos de extrema necessidade. Essa medida é para diminuir a velocidade de contágio. Na segunda-feira dessa semana, o governo anunciou um pacote emergencial de 147 bilhões de reais para tentar diminuir os efeitos que o coronavírus causou na economia.

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