Se não fosse o estado, quem pintaria as ruas como se fossem meio-fio?

Um serviço que deveria ser de simples execução pela prefeitura – a pintura do meio-fio de uma avenida – provocou polêmica na cidade de Vilhena, em Rondônia. No começo do último fim de semana, todos os veículos que estavam estacionados em uma rua da cidade ganharam um “contorno” de tinta. Ao invés de pintarem manualmente trechos do meio-fio onde havia carros estacionados, os servidores desviaram dos “obstáculos” pintando no meio da rua.

Procurada, a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) da cidade informou que o equipamento utilizado para a pintura do meio-fio foi adquirido recentemente e que, apesar dos servidores terem recebido um treinamento antes de utilizá-lo, ocorreu possivelmente uma “falha no manuseamento da máquina”.

Será mesmo que a máquina “falhou” a ponto de desviar dos carros na rua?

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