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Se um Moro já incomoda a esquerda… imagina um MOURÃO!

Se um Moro já incomoda a esquerda… imagina um MOURÃO!

Há uns 35 anos atrás, o lendário e saudoso Sargento Jairo Tezolim, que se autodefinia como “colador de esparadrapo” na enfermaria do extinto 3º BI (na fronteira final de Niterói com São Gonçalo), fez uma pergunta para a tropa: “Vocês sabem quem é a figura mais importante deste quartel”?… Quando algum puxa-saco ameaçou responder “o Coronel”, Tezolim deu uma gargalhada, apontou para um negão (não era o da Chatuba) e sentenciou: “É ele! O Cabo da Faxina é imprescindível. Sempre que ele falha, isto aqui fica uma merda. Por isso, precisamos de milhões de cabos da faxina no Brasil”.

A imagem metafórica do vivido Tezolim é justa e perfeita para o momento presente do País – dominado e subjugado pelo Crime Institucionalizado. A metáfora do “Cabo da Faxina” ficou ainda mais viva no episódio que a esquerdalha midiática, a petelândia e outros bandidos menos votados criaram sobre uma análise feita pelo General de Exército Antônio Mourão, advertindo que as Forças Armadas estão prontas para atuar (ou intervir, verbo que mete medo nos canalhas) em qualquer cenário, cumprindo estritamente o papel constitucional sempre ressaltado pelo Comandante da Força Terrestre, General Eduardo Villas-Bôas.

Nas redes sociais, milhões de “Cabos da Faxina” apoiaram o que Mourão disse… São os mesmos que vibram e apóiam com o que o Moro, Bretas e outros magistrados fazem… O Centro de Inteligência do Exército fez um monitoramento na Internet e constatou que 95% das postagens sobre o “Caso Mourão” deram apoio ao que declarou o General, independentemente da interpretação distorcida feita por uma minoria raivosa da imprensa que sempre é favorável aos “golpes” e ditaduras de esquerda, como a de Cuba, Venezuela e afins.

Traduzindo: a maioria esmagadora do povo brasileiro deseja uma “intervenção” para neutralizar, impedir o avanço e punir o Crime – em suas variadas facetas organizadas e institucionalizadas, desde os mequetrefes do narcotráfico até suas excelências da refinada corrupção. No popular, o desejo majoritário é pela atuação eficiente e eficaz dos “Cabos da Faxina”. Cada um que dá a cara a tapa nas redes sociais deseja, da maneira que pode, contribuir para a limpeza do Brasil. É quase um consenso de que o País tem de ser reinventado em seu modelo estatal, sendo passado a limpo e ficando blindado contra corruptos profissionais ou bandidos pés-de-chinelo.

A maioria cansou do Estado-Bandido. Por isso, clama por Segurança Plena. Seja a Pública e a do Direito (a Democracia). A maioria exige um aprimoramento Constitucional, com uma Carta Magna mais simplificada e com um aparato legal enxuto, que não precise de “interpretações” judiciais para ser entendido e cumprido. A maioria clama por um sistema judiciário que funcione a um custo social menor e de modo mais eficiente. A maioria deseja Voto Distrital e eleições realmente limpas (com urnas eletrônicas que permitam a conferência do resultado também pela recontagem do voto impresso). A maioria cansou de escolher bandidos para fingir que representa o povo.

Estudiosos permanentes da realidade brasileira, por dever de ofício e determinação Constitucional, os Generais (incluindo os da reserva-ativa) compreendem e concordam com a vontade popular. Aliás, é a mesma vontade deles. A maioria quer lutar por um Brasil melhor e mais justo. Este é o espírito daqueles militares profissionais convocados pelos governos para arriscarem suas vidas, promovendo “intervenções” contra narcotraficantes, em nome da Garantia da Lei e da Ordem.

Militares não darão “golpes”. Não querem tomar o poder. Só não aceitam que o poder legítimo não seja usurpado por criminosos. Se a situação sair de controle, eles darão todo suporte ao povo esclarecido que já está gerando as pré-condições para a Intervenção Institucional, legitimamente Constitucional. É por isso que os Generais “convocam” os “Cabos da Faxina”, e estes dão todo apoio popular aos militares em seu legítimo papel Constitucional.

Quem for a favor do Crime vai rodar na hora da limpeza e do juízo final… “Golpe” quem pratica são os criminosos e seus ideólogos extremistas. A Intervenção Institucional é inevitável. Cada “faxineiro” só precisa fazer a sua parte, do jeito que puder e der…



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