Profissionais da construção civil em Petrolina-PE irão às urnas na próxima quinta-feira, 26, para escolher a nova diretoria do Sindicato da categoria. Haverá urna fixa na sede da entidade, localizada no bairro Antônio Cassimiro, zona leste da cidade, e três urnas itinerantes que irão aos canteiros de obras para que os associados possam votar sem terem que deixar o serviço.

Com chapa única (Chapa 1) encabeçada pelo atual vice-presidente, Pedro Portugal, mas que rompeu com o presidente José Valmir Ferreira, a intenção do grupo é ampliar a proteção ao profissional da construção civil no município, garantindo todos os seus direitos.

“Mesmo sendo chapa única, somos a chapa de oposição ao atual presidente que praticamente não atua em benefício dos associados, não temos acesso ao funcionamento, documentos, prestação de contas da entidade. Não temos acesso a nada do Sindicato e por esse comportamento, rompemos com ele logo após a eleição passada ocorrida em 2014”, explicou o candidato a presidente.

Com mais de 30 anos de atuação no município, cerca de 500 associados e uma luta por melhores condições de trabalho no segmento, o Sindicato da Construção Civil de Petrolina reúne para a eleição um grupo comprometido com os trabalhadores do setor.

“Nossas principais propostas são: garantir piso salarial digno aos profissionais da área que hoje é de R$1443,20, além das refeições como café da manha e almoço para os trabalhadores. Vamos ampliar a luta por melhores condições de trabalho no setor”, disse o candidato a presidente, Pedro Portugal, que lembra que os autônomos também podem contar com o apoio do Sindicato.

Além de Pedro, integram a chapa, Ismael Deodato, candidato a vice-presidente; Vilson Gomes, tesoureiro, Marcelo Pessoa que vai ficar como diretor administrativo, além de integrantes dos conselhos como o fiscal.

“São 12 membros na chapa entre titulares e suplentes. Nossa missão é avançar numa melhor qualidade de vida para os trabalhadores do setor. Outra proposta de nossa diretoria é criar uma área de lazer para os associais e dependentes”, frisou Marcelo Pessoa.

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