O homem apontado pela Polícia Militar como possível suspeito de assassinar a menina Beatriz Motta, de 7 anos, estava preso no dia do crime, em 10 de dezembro de 2015.

O Ronda JC teve acesso a um documento da Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) que detalha o histórico do suspeito. Oito dias antes do homicídio da menina, que aconteceu no Colégio Auxiliadora, em Petrolina, o rapaz foi preso em flagrante por suspeita de tráfico de drogas.

Entre o dia 02 de dezembro daquele ano até 10 de maio de 2016, o homem permaneceu na Cadeia Pública de Santa Maria da Boa Vista. Ou seja: ele não poderia ter participado do crime que chocou o País.

O suspeito estava respondendo a processos em liberdade quando foi novamente preso nessa segunda-feira por suspeita de participação em um homicídio em Lagoa Grande (PE).

Na ocasião, policiais militares observaram semelhanças físicas dele com o homem que aparece nas imagens em frente ao colégio onde Beatriz foi morta. As imagens foram divulgadas pela polícia no início deste ano para que a
população pudesse ajudar na identificação do suspeito de assassinato.

A Polícia Civil já sabe que o suspeito encontrado nesta semana estava preso e não poderia ter participado do crime. Mesmo assim, como procedimento de praxe, solicitou a coleta de saliva do homem para exames de DNA. O laudo deve sair até a próxima semana. O rapaz, que negou participação no crime, está em liberdade. Segundo o histórico criminal, ele já foi preso em flagrante pelo menos três vezes entre 2013 e 2015.






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