A PB/Sindicato de Uauá, no norte da Bahia, voltou a critica ro prefeito Lindomar Datas (PCdoB). Em nota, o sindicato destaca a luta sindical desde 2010 e diz que a atual gestão “se espelha no passado“, pratica “retrocesso” e faz “uma nova leitura de perseguições políticas aos professores“.

Acompanhe a nota, na íntegra:

A APLB-Sindicato Núcleo de Uauá, à frente da luta sindical desde 2010, vem ultrapassando várias gestões e no decorrer desse tempo tem se deparado com muitas situações inusitadas no percurso da luta árdua sindical, mas nada comparado com o momento em que estamos vivendo hoje diante a atual gestão municipal do Sr. Prefeito Lindomar de Abreu Dantas (PCdoB), fato que nos causa espanto, visto que tinha como lema de campanha a ‘Mudança e o ponto de equilíbrio’ e o que podemos ver até agora foi um retrocesso – ao pior do que existiu no passado, tão criticado durante a campanha.

Hoje essa gestão se espelha no passado, não só nas atitudes, mas com uma nova leitura de perseguições políticas aos professores,  falta de transparência,  negando a folha analítica da educação, conforme assinado em ata no Ministério Público em acordo feito em momento de greve, para acompanharmos as despesas da pasta.

Concedeu o Reajuste do Piso dos Professores em maio, não respeitando a Lei 11. 738/08, que remete para janeiro a correção e não ouviu o clamor da categoria que sugeriu, em ata, pagar o retroativo do piso em 12 vezes, além da retirada de direitos, ação ganha na justiça, suspendendo Geaps, desobedecendo assim ação em julgado.

Vivemos, hoje, um total desmanche da rede comprometendo a carreira do professor com reordenamento de rede ao final do ano (mesmo o ano letivo tendo começado com dois meses de atraso, em março), rasgando plano de carreira desobedecendo o estatuto do magistério, infringindo a lei nos critérios de lotação, negando que o professor faça a formação continuada como mestrado, não reconhecendo o direito do professor à mudança de nível, além da falta de diálogo com o sindicato de categoria, a APLB.

O sindicato solicita reunião com o prefeito e a secretária para versar sobre assuntos de interesse da categoria e não é atendido. Apenas os convites chegam para participar de audiência pública e para os conselhos, prova é que a direção pediu ao vereador Emerson Morais, líder do governo na Câmara, para marcar uma reunião e até o momento não foi atendido. O sindicato não é convidado a participar de debates pertinentes à educação, vivemos hoje um verdadeiro desmonte da educação de Uauá no pior retrocesso histórico jamais visto no âmbito da luta sindical, e vindo de um prefeito jovem que se elegeu prometendo a mudança.

Ascom/APLB-Sindicato Uauá

O Blog reserva espaço ao prefeito, caso queira se pronunciar.

(foto/divulgação)

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Please enter your name here